sexta-feira, 2 de julho de 2010

Carrossel holandês manda os brasileiros para casa

Na Copa do Mundo de 1974, foram os Holandeses que destruíram o sonho dos brasileiros de conquistar o Tetra. Em 2010 a cena se repetiu, e milhares de pessoas estiveram na frente da tevê vendo novamente o carrossel holandês estragar a festa do Brasil e arrancar o Hexa.

É, a laranja mecânica neerlandesa mostrou que até favorito na Copa eles passam por cima!

Apaixonada por futebol, deixo aqui meu pesar, de quem empurrou a 'Jabulani' junto com Robinho durante 90 minutos. A minha torcida agora é da Gana que, além de também levar o verde e amarelo na bandeira, é uma seleção representante do continente africano.

Um sonho adiado por mais quatro anos...

Milhares de pessoas, pelo mundo todo, estão nesse momento com seus pensamentos focados na derrota da seleção Brasileira e no sonho do EXA campeonato adiado.

Pensamentos assombrados por tristezas, angústias, fúrias, indignações mas principalmente pelo maior dos fantasmas, “precisamos achar um culpado para a derrota da seleção”. É impressionante, mas todas as pessoas que falei até agora demonstraram este pensamento. Porque temos sempre que achar um culpado para tudo? Seja para o craque que está tomando conta da nossa sociedade, ou pelas doenças, pobreza ou nossa infelicidade e frustração. Será que está ruim para todo mundo? Ou sou EU que não estou gostando da situação e estou querendo achar um culpado. Sei que muitos podem me condenar por estas palavras, mas pessoal, “o sol brilha para todos”. Será que está certo sermos egoístas ao ponto de queremos apenas que Brasil ganhe sempre?

É claro que devemos torcer e nutrir sentimentos de amor e de confiança por nosso Brasil, é fundamental. Mas mediante uma situação de derrota e desclassificação de uma Copa do Mundo, como estamos vivendo hoje, não podemos deixar que maus sentimentos e pensamentos assombrosos tomem conta de nós. A RAIVA, FÚRIA e ANGÚSTIA, não devem apagar sentimentos que até poucos instantes estávamos sentindo.

Triste, doloroso, isso todos sabemos. Por isso, ao invés de ficarmos pensando em quem é o culpado pela derrota da seleção, devemos simplesmente pensar “tudo bem, perdeu..., mas passou”.

Podemos pensar no quanto MARAVILHOSO será conquistarmos o HEXA no nosso PAÍS, tudo bem que será só daqui a quatro anos, mas imaginem como será incrível: “O Brasil todo aqui, comemorando a vitória conquistada aqui, no BRASIL”! Pensando assim veremos que em poucos instantes, novamente nosso pensamento mudou, voltando aos sentimentos de ALEGRIA, amor e confiança pelo nosso Brasil!

Tenhamos esta “derrota” da Seleção Brasileira, como um exemplo para os problemas enfrentados diariamente em nossa sociedade, e que muitos deles não sabemos resolver, e por isso “procuramos culpados”.

Seria tudo mais fácil, se pelo menos tentássemos ver um lado bom nas coisas, por piores que elas sejam, pois “nada está tão ruim que não possa piorar”, sendo assim existe um lado bom! Imagem se essa derrota tivesse sido num jogo contra a Argentina!? rsrsrs, ou se a goleada tivesse sido de 5x0 para a Holanda... assim afirmo as palavras acima, e consolo meu coração que hoje chora com o Brasil e com a nossa Seleção!

Vamos lá né pessoa a vida sempre continua...

Eu posso fazer

Comunicação é a nossa vida!

Sim, é a minha vida!



No post abaixo, a Letícia W. e a Clarissa destacam essa ideia em uma foto tirada na ZH. Já passei por lá, também com a turma de Fundamentos. E, fazendo relação com o telejornalismo, essas experiências cada vez mais me mostram que a gente pode fazer, sim! É só querer!

Lembro também do João que disse ontem que se arrependeu de não ter feito a reportagem antes... Penso que por mais que a gente veja as coisas acontecendo no mundo da comunicação, quando chega a nossa vez de fazer acontecer sempre dá um friozinho na barriga. Mas como é bom fazer e descobrir que a gente pode melhorar a cada dia. Que é possível a gente fazer igual e, com treino, quem sabe até melhor que os nossos "ídolos"?

São tantas as formas, as ferramentas, as possibilidades de produzir as notícias que até dá medo... é uma imensa responsabilidade que temos nas nossas mãos. E daqui a pouco seremos nós, ou melhor, a nossa vez de mostrar o mundo aos outros já chegou!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

O VT da TV

Na última quinta-feira, dia 24 de junho, a turma de Telejornalismo 2010-1, realizou a avaliação do semestre.

Voltei aos rabiscos do caderno, as falas da professora Fabiana (daquelas que ela diz uma vez só e sempre é questão de prova). Dito e feito, ela avisou. "Não esqueçam disso, disso e disso".

Peguei os polígrafos e dei um 'olá' as dicas do seu Heródoto Barbeiro e Paulo Rodolfo de Lima. Ah...e o seu Squirra também.

Texto, pauta, a escrita falada, texto casado com imagem, linguagem direta, coloquial, script, boletim, escalada, off, sonora. Vixxxxxxxxx

Entre as questões da prova, na número 1 eu já tive um branco - não sei porque, mas sempre a primeira questão de todas as provas que eu faço é a que eu estaciono. A pergunta pedia que apontássemos um grande marco da história da televisão na década de 60, principalmente no telejornalismo.

Fiz as demais questões da prova e ficou ainda a questão pra trás. Na sala, estava eu, a colega Jaqueline e a professora, os demais já tinham terminado a avaliação. Cheguei a comentar com a professora Fabiana que tinha dúvidas em relação a década dos fatos.

O tempo foi passando e nada e nada. Eu realmente não lembrava!

Começo a rabiscar na folha de rascunho e escrevo 'TV' e começo a fazer círculos ao redor da palavra. De repente faço uma circunferência para a esquerda, no sentido V para T e vem o plin.

Era isso. A resposta era VT.

O marco da televisão na década de 60 foi o VT. Com a evolução técnica das emissoras, o videotape chega finalmente às emissoras brasileiras, trazido pelo humorista Chico Anysio, permitindo que os erros ao vivo fossem previamente corrigidos, que um programa pudesse ser gravado num horário diferente do horário de sua exibição, e ainda que o mesmo programa pudesse ser reprisado diversas vezes. O videotape (VT) permitiu a inauguração no país de mais 27 novas emissoras, com 80% da programação exibindo em VT as produções realizadas no eixo Rio-São Paulo.

A bancada

No dia 16 de junho, a turma de Fundamentos do Jornalismo Impresso, ministrada pela professora Ângela Felippe, teve a oportunidade de visitar os dois maiores jornais diários do Rio Grande do Sul, Zero Hora e Correio do Povo. Contrastes que contam, cada uma da sua forma, fatos e memórias da história gaúcha.

Me identificando com a Zero Hora, por se tratar de um veículo com uma equipe aparentemente jovem, me deparei com um lugar onde informar se tornou fator de competitividade. Uma indústria da informação!

Não é à toa que a Zero Hora ostenta uma posição de ampla liderança no Estado e uma condição diferenciada entre os veículos impressos nacionais. Preocupada em oferecer ao seu consumidor, (leitores e internautas), uma redação informatizada, com uma grande diversidade de mídias, refletindo também no trabalho de profissionais orientados para o jornalismo ético, responsável e sintonizado com o futuro. Integrado ao mundo virtual, o jornal oferece uma edição online, atualizada a todo momento, acrescentando instantaneidade, vídeos e infográficos animados aos conteúdos mais aprofundados da edição impressa. E é aí que eu queria chegar...

Durante a visita na redação de ZH, eu e a colega Clarissa, que também é colega de telejornalismo, avistamos uma bancada, e todas aquelas explicações e olhares atentos às dezenas de repórteres ficaram de lado, até mesmo o que a editora de interior estava falando ficou para escanteio. O que a gente queria de verdade, era ter o privilégio de sentar naquela bancada diante da câmera e claro, 'fazer um registro'.



E um olhar bastou pra nos dizer: um dia a gente volta aqui!

Bem, a visita acabou e ....espera aí...
Nós não vamos visitar a RBS TV? E o Jornal do Almoço?
É, desta vez não deu!



Este espaço, a Zero Hora ocupa para gravação de vídeos para o zerohora.com, bem como para o Clic RBS, a chamada WEB TV, que consiste em uma transmissão de uma grade de programação pela internet, onde qualquer pessoa pode criar o seu próprio canal, e disponibilizar conteúdos de arquivos on-line como o YouTube ou usar uma filmadora ou webcam para criar e transmitir seus vídeos ao vivo. Informação em alta definição, velocidade e interatividade são algumas das apostas para esse novo conceito.

Há quem diga que no futuro talvez não precisemos mais de computadores e monitores, e sim de uma enorme Tv Web de 150 polegadas, conectada em rede, com teclado e mouse sem fio.


Lembranças da primeira Copa do Mundo vista em cores no Brasil


Com a Copa do Mundo de 1974, a venda de receptores coloridos finalmente coloca o Brasil no mundo da tevê em cores. Pela primeira vez, a maior competição de futebol do mundo podia ser conferida sem confundir jogadores com o juiz, nem com a equipe adversária por não ter como identificar a cor da camisa.

O que na Copa de 70 era uma aventura assistir o Pelé numa televisão em preto e branco, com chuviscos e a bola e os jogadores se confundindo, em 74, obter uma tevê ficou mais próximo e teve um maior alcance da população. Este foi um marco não apenas na história da televisão no Brasil, como na vida dos brasileiros que aos poucos adquiriam os aparelhos e conversores e assim, tornava o jogo mais real. Lembranças como essas marcaram a infância de Elton Felipe Etges.

Admirador do futebol desde criança, com 11 anos ele pode ver junto com o país, o verde e amarelo da Seleção Brasileira. “Naquele ano, lembro que chegou a tevê em cores e para minha felicidade a mãe ganhou uma do meu avô. Como sempre gostei de futebol, na época assistia todos os jogos que eram transmitidos”, recorda.

A tevê colorida foi inventada no final da década de 20 nos Estados Unidos, mas começou a se popularizar a partir da segunda metade dos anos 50. No Brasil, os primeiros experimentos se iniciaram em 63, com a TV Tupi de São Paulo e a TV Excelsior, e nos anos seguintes com a Globo e Bandeirantes. Mas a primeira transmissão oficial ocorreu em 1972, durante a Festa da Uva, em Caxias do Sul. Dois anos depois, já era uma realidade em muitas residências brasileiras, para felicidade dos torcedores que aguardavam ansiosamente pelo início das competições na Alemanha.

A Copa de 74...

Realizada na Alemanha Ocidental, o Brasil chegou em solo alemão com auto estima. Zagallo ainda técnico da seleção, usou a base da última copa, Jairzinho e Rivelino, mas faltava o rei Pelé, que havia se despedido dos gramados na Copa de 70, quando o Brasil se consagrou tricampeão. O Brasil não foi muito longe. A Holanda destruiu o sonho do tetra e a Seleção Brasileira terminou em 4º lugar após perder para a Polônia. “A Seleção da Holanda mesmo não ficando campeã foi a melhor da Copa. Foi então apelidada de “Carrossel Holandês” pelo esquema que utilizava na época com um futebol bonito e para frente”, destaca. O título foi para a Seleção da casa. Os alemães venceram os holandeses na final por 2 a1. O terceiro lugar ficou para os poloneses. Esta foi a décima edição da Copa do Mundo. Ah...Foi também em 1974, o primeiro confronto Brasil e Argentina. A seleção brasileira se classificou para a segunda fase superando a Escócia no saldo de gols e, apesar da vitória sobre os argentinos no primeiro encontro entre os dois países na história da Copa do Mundo da FIFA, ficou fora da final ao ser derrotada pela Holanda por 2 a 0. Por falar nisso, que tal uma final de brasileiros e hermanos na Copa do Mundo 2010?

Vem aí a TV com sinal digital. Com a Copa do Mundo de 2014,
com certeza, se encarregarão de acelerar e encurtar os prazos

segunda-feira, 28 de junho de 2010



Vem aí a TV com sinal digital. Com a Copa do Mundo de 2014, com certeza, se encarregarão de acelerar e encurtar os prazosA Copa de 74... Realizada na Alemanha Ocidental, o Brasil chegou em solo alemão com auto estima. Zagallo ainda técnico da seleção, usou a base da última copa, Jairzinho e Rivelino, mas faltava o rei Pelé, que havia se despedido dos gramados na Copa de 70, quando o Brasil se consagrou tricampeão. O Brasil não foi muito longe. A Holanda destruiu o sonho do tetra e a Seleção Brasileira terminou em 4º lugar após perder para a Polônia. “A Seleção da Holanda mesmo não ficando campeã foi a melhor da Copa. Foi então apelidada de “Carrossel Holandês” pelo esquema que utilizava na época com um futebol bonito e para frente”, destaca. O título foi para a Seleção da casa. Os alemães venceram os holandeses na final por 2 a1. O terceiro lugar ficou para os poloneses. Esta foi a décima edição da Copa do Mundo. Ah...Foi também em 1974, o primeiro confronto Brasil e Argentina. A seleção brasileira se classificou para a segunda fase superando a Escócia no saldo de gols e, apesar da vitória sobre os argentinos no primeiro encontro entre os dois países na história da Copa do Mundo da FIFA, ficou fora da final ao ser derrotada pela Holanda por 2 a 0. Por falar nisso, que tal uma final de brasileiros e hermanos na Copa do Mundo 2010?