O vídeo foi produzido para a aula de Telejornalismo da Universidade de Santa Cruz do Sul. O trabalho contou com a coordenação da professora Fabiana Piccinin.
Em seu relato, minha entrevistada, Ana Aparecida de Souza, contou o que ela e suas irmãs aprontavam para 'driblas' a proibição do pai. Segundo Ana, ele não permitia que olhassem televisão. Então, quando os pais saiam aproveitavam para assistir. Para que ninguém descobrisse, colocavam uma pano molhando atrás do televisor. Confira maiores detalhes no vídeo abaixo.
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Até que ponto se pode chegar!?
Ao ler o post do colega Pedro pude perceber que temos uma opinião semelhante. Não digo igual, mas sim parecido. Não vejo vantagem em trazer 'os extras' das tragédias. E ainda acrescento, esta disputa por quem mostrar mais detalhes se resume na busca por audiência. Mas, será que tanta apelação agrada o povo? Na minha opinião, NÃO!
O jornalista deve analisar até que certo ponto as coisas devem ser contadas. Notícias que envolve tragédias despertar a curiosidade. O 'uso' de pessoas emocionantes e fragilizadas incrementa um noticiário. O que é inadmissível obter detalhes que não somam à notícia. Um exemplo, é mostrar crianças sanguentadas, corpos jogados no chão. Outro erro é ficar 'batendo sempre na mesma tecla'. No caso da menina Isabella Nardoni, por exemplo, os telespectador não aguentavam aquela apelação. Lembrou da minha mãe comentar: “Agora só falam nesta notícia”. Parece que o mundo para e não existe novos fatos a serem divulgados.
A televisão mobiliza e motiva muita gente. Quero dizer que, a ação do ex-aluno da escola do Rio pode influenciar a atitude de outras pessoas. Como diz a minha professora de telejornalismo, a qualquer momento podemos ser vítimas da loucura dos 'outros'.
Cabe a nós, estudantes de jornalismo, analisar e não concordar com esta maneira de 'tentar' fazer jornalismo. Ou, os noticiário se tornaram um 'filme de terror'. Pelo menos, é o que penso.
O jornalista deve analisar até que certo ponto as coisas devem ser contadas. Notícias que envolve tragédias despertar a curiosidade. O 'uso' de pessoas emocionantes e fragilizadas incrementa um noticiário. O que é inadmissível obter detalhes que não somam à notícia. Um exemplo, é mostrar crianças sanguentadas, corpos jogados no chão. Outro erro é ficar 'batendo sempre na mesma tecla'. No caso da menina Isabella Nardoni, por exemplo, os telespectador não aguentavam aquela apelação. Lembrou da minha mãe comentar: “Agora só falam nesta notícia”. Parece que o mundo para e não existe novos fatos a serem divulgados.
A televisão mobiliza e motiva muita gente. Quero dizer que, a ação do ex-aluno da escola do Rio pode influenciar a atitude de outras pessoas. Como diz a minha professora de telejornalismo, a qualquer momento podemos ser vítimas da loucura dos 'outros'.
Cabe a nós, estudantes de jornalismo, analisar e não concordar com esta maneira de 'tentar' fazer jornalismo. Ou, os noticiário se tornaram um 'filme de terror'. Pelo menos, é o que penso.
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