Ao ler o post do colega Pedro pude perceber que temos uma opinião semelhante. Não digo igual, mas sim parecido. Não vejo vantagem em trazer 'os extras' das tragédias. E ainda acrescento, esta disputa por quem mostrar mais detalhes se resume na busca por audiência. Mas, será que tanta apelação agrada o povo? Na minha opinião, NÃO!
O jornalista deve analisar até que certo ponto as coisas devem ser contadas. Notícias que envolve tragédias despertar a curiosidade. O 'uso' de pessoas emocionantes e fragilizadas incrementa um noticiário. O que é inadmissível obter detalhes que não somam à notícia. Um exemplo, é mostrar crianças sanguentadas, corpos jogados no chão. Outro erro é ficar 'batendo sempre na mesma tecla'. No caso da menina Isabella Nardoni, por exemplo, os telespectador não aguentavam aquela apelação. Lembrou da minha mãe comentar: “Agora só falam nesta notícia”. Parece que o mundo para e não existe novos fatos a serem divulgados.
A televisão mobiliza e motiva muita gente. Quero dizer que, a ação do ex-aluno da escola do Rio pode influenciar a atitude de outras pessoas. Como diz a minha professora de telejornalismo, a qualquer momento podemos ser vítimas da loucura dos 'outros'.
Cabe a nós, estudantes de jornalismo, analisar e não concordar com esta maneira de 'tentar' fazer jornalismo. Ou, os noticiário se tornaram um 'filme de terror'. Pelo menos, é o que penso.
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quarta-feira, 13 de abril de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
...teleVISÃO em o Pronto-socorro da Voz
No portal Comunique-se, o jornalista e professor da UERJ, Antonio Brasil fala, em sua coluna teleVISÃO, sobre o desenvolvimento da voz e da postura do apresentador no decorrer dos anos. Relata que no Brasil, a apresentação de telejornal passou por várias mudanças.
Para comprovar que para ser um bom jornalista, deve-se dar ênfase a palavra certa dentro de uma frase. A fonoaudióloga de jornalistas , Vânia Beuttenmüller falou, em uma entrevista ao portal, sobre o que deve-se fazer. Segundo ela, no rádio é só audição e o falar é enfático, sobressaindo advérbios e adjetivos. Na televisão é intimidade, nada pode ultrapassar a imagem e sim ser de acordo com ela. “Simpatia, firmeza e convicção ao passar a notícia com imparcialidade. Uma postura sem rigidez, pois falamos com o corpo inteiro, mesmo que só esteja sendo focalizado em close”.
A fonoaudióloga relatou a importância dos alunos de comunicação procurarem um profissional. “Se vamos ser um profissional de voz, antes de mais nada devemos saber como está o nosso aparelho fonador e quais os defeitos de articulação e vícios de pronúncia que podem ser resolvidos através de exercícios específicos”.
Entre os problemas da voz e fala estão a rouquidão, nasalação, omissões de fonemas, acréscimos, velocidade e ritmo. É importante, segundo ela, que o apresentador esteja familiarizado com o texto que irá ler ,e que teve estar memorizado, nunca decorado. “ E o que comando o ritmo externo é o teor e o conteúdo da notícia. Esporte é mais descontraído e dinâmico, política pede um tom mais sério, por exemplo.”
Outro problema a ser corrigido, é a tônica errada nas palavras. Confira mais detalhes na página do Portal Comunique-se.
Assim como os locutores, os apresentadores devem cuidar muito bem da sua principal ferramenta de trabalho, a voz.
Para comprovar que para ser um bom jornalista, deve-se dar ênfase a palavra certa dentro de uma frase. A fonoaudióloga de jornalistas , Vânia Beuttenmüller falou, em uma entrevista ao portal, sobre o que deve-se fazer. Segundo ela, no rádio é só audição e o falar é enfático, sobressaindo advérbios e adjetivos. Na televisão é intimidade, nada pode ultrapassar a imagem e sim ser de acordo com ela. “Simpatia, firmeza e convicção ao passar a notícia com imparcialidade. Uma postura sem rigidez, pois falamos com o corpo inteiro, mesmo que só esteja sendo focalizado em close”.
A fonoaudióloga relatou a importância dos alunos de comunicação procurarem um profissional. “Se vamos ser um profissional de voz, antes de mais nada devemos saber como está o nosso aparelho fonador e quais os defeitos de articulação e vícios de pronúncia que podem ser resolvidos através de exercícios específicos”.
Entre os problemas da voz e fala estão a rouquidão, nasalação, omissões de fonemas, acréscimos, velocidade e ritmo. É importante, segundo ela, que o apresentador esteja familiarizado com o texto que irá ler ,e que teve estar memorizado, nunca decorado. “ E o que comando o ritmo externo é o teor e o conteúdo da notícia. Esporte é mais descontraído e dinâmico, política pede um tom mais sério, por exemplo.”
Outro problema a ser corrigido, é a tônica errada nas palavras. Confira mais detalhes na página do Portal Comunique-se.
Assim como os locutores, os apresentadores devem cuidar muito bem da sua principal ferramenta de trabalho, a voz.
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quinta-feira, 17 de março de 2011
Exemplo de como se corrige um erro ao vivo!
Aproveitando o gancho do post de Igor Müller, vou opinar sobre o ato de corrigir uma falha ao vivo. Assim como o colega, tenho muitas dúvidas sobre como se 'portar' diante das câmeras. É complicado contornar o que não estava previsto no roteiro, mas, acho que, a melhor alternativa a ser adotada é a correção. Acredito que é desconfortável para o telespectador perceber que algo está errado, e o apresentador não esclarecer o que está acontecendo. É uma maneira de se redimir e pedir desculpa pelo transtorno.
O Jornal do Almoço/Santa Cruz do Sul da última quarta-feira, 16, mostrou que é possível 'arrumar' ao vivo. Ao ligar o televisor percebe que havia algo estranho. Não consegui ouvir a convidada especial. Ela dava dicas de como fazer cestas de páscoa em casa. Resolvi aumentar o volume, mas... Fazendo isso, percebi que a fala da apresentadora Francine Rabuske estava muito alta. Uma grande variação no som.Ops! O que estava acontecendo?! Ouvi vozes de fundo que diziam que o microfone da entrevistada estava desligado. Com muita naturalidade, Francine, ao vivo, comentou com a moça e a auxiliou a ligar o microfone. Após pediu desculpas.
Outro exemplo é do Jornalista da "Globo News" que não checou as fonte da notícia e acabou pagando mico.Veja o vídeo
No jornalismo, trabalhamos para tudo dar certo. Mas, sabemos que nem sempre alcançamos a perfeição. Tanto no impresso, quanto no rádio, na web e, principalmente, na 'telinha' estamos sujeitos as gafes. Se não acontecerem melhor, porém, devemos saber lidar com elas.
O Jornal do Almoço/Santa Cruz do Sul da última quarta-feira, 16, mostrou que é possível 'arrumar' ao vivo. Ao ligar o televisor percebe que havia algo estranho. Não consegui ouvir a convidada especial. Ela dava dicas de como fazer cestas de páscoa em casa. Resolvi aumentar o volume, mas... Fazendo isso, percebi que a fala da apresentadora Francine Rabuske estava muito alta. Uma grande variação no som.Ops! O que estava acontecendo?! Ouvi vozes de fundo que diziam que o microfone da entrevistada estava desligado. Com muita naturalidade, Francine, ao vivo, comentou com a moça e a auxiliou a ligar o microfone. Após pediu desculpas.
Outro exemplo é do Jornalista da "Globo News" que não checou as fonte da notícia e acabou pagando mico.Veja o vídeo
No jornalismo, trabalhamos para tudo dar certo. Mas, sabemos que nem sempre alcançamos a perfeição. Tanto no impresso, quanto no rádio, na web e, principalmente, na 'telinha' estamos sujeitos as gafes. Se não acontecerem melhor, porém, devemos saber lidar com elas.
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sexta-feira, 16 de abril de 2010
Polêmica envolve estudante de Jornalismo e apresentador de TV
O trabalho acadêmico de um estudante de Jornalismo, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), no Paraná, provocou reação por parte do apresentador do Rádio Patrulha 2, exibido dia 31 de março pelo canal pago local, de nome "TV Vila Velha". A atração televisiva, de linguagem e conteúdo policial, é apresentada por Zeca e foi alvo de críticas do estudante em um artigo escrito para a disciplina de "Crítica de Mídia". O texto, publicado no blog do curso e intitulado de "Um modelo a NÃO ser seguido", chegou ao conhecimento do apresentador, que tomou a iniciativa de ler o conteúdo no ar.Entre a leitura das considerações do estudante, Zeca fez ameaças e xingamentos de baixo calão. Durante os vinte minutos do programa, o apresentador manteve as ofensas, tentando intimidar o aluno. Depois de ser ameaçado no ar pelo apresentador Zeca, do programa "RP2", o estudante de jornalismo Lucas Waricoda registrou uma queixa-crime contra o apresentador.
Fonte: Portal Imprensa
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
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