quinta-feira, 17 de março de 2011
Exemplo de como se corrige um erro ao vivo!
O Jornal do Almoço/Santa Cruz do Sul da última quarta-feira, 16, mostrou que é possível 'arrumar' ao vivo. Ao ligar o televisor percebe que havia algo estranho. Não consegui ouvir a convidada especial. Ela dava dicas de como fazer cestas de páscoa em casa. Resolvi aumentar o volume, mas... Fazendo isso, percebi que a fala da apresentadora Francine Rabuske estava muito alta. Uma grande variação no som.Ops! O que estava acontecendo?! Ouvi vozes de fundo que diziam que o microfone da entrevistada estava desligado. Com muita naturalidade, Francine, ao vivo, comentou com a moça e a auxiliou a ligar o microfone. Após pediu desculpas.
Outro exemplo é do Jornalista da "Globo News" que não checou as fonte da notícia e acabou pagando mico.Veja o vídeo
No jornalismo, trabalhamos para tudo dar certo. Mas, sabemos que nem sempre alcançamos a perfeição. Tanto no impresso, quanto no rádio, na web e, principalmente, na 'telinha' estamos sujeitos as gafes. Se não acontecerem melhor, porém, devemos saber lidar com elas.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Final dos anos 60: chega a televisão
“Não lembro de detalhes de quando a televisão chegou, mas era a novidade dos meus filhos. Tenho 85 anos e vi aos 47 anos a televisão pela primeira vez”
Miloca Glier, 85 anos
Agricultora aposentada
“ A televisão não podia ficar muito tempo ligada, ela esquentava e corria o risco de estragar e até queimar. Tinha que ligar o aparelho muito tempo antes, pois como era a válvula, demorava pra imagem aparecer”.
Clari Stein, 54 anos
Costureira
Ela recorda que a imagem era em preto e branco e muito ruim. Apesar da ausência das cores, e sem imaginar esta possibilidade , colocavam na frente da tela diversos plásticos transparentes, de cores diferentes para dar cor à imagem. Na verdade, ficavam várias linhas de tonalidades diferentes, mas não tinha a realidade com cada cor como as pessoas e objetos eram.
“Comprei a televisão para assistir a Copa do Mundo de 1974. Até então, futebol era ouvido falar no rádio ou assistido nos próprios campos e estádios. Muitas vezes o profissional não se tinha nem noção, era só armador. Foi a partir de então que todos passaram a colecionar ídolos, por que muito mais que ouvir, víamos os lances, os gols. O pelé por exemplo, ficamos sabendo que era só mais tarde, quando já tinha abandonado os gramados e passado pelas Copas”.
Receda Wacholz, 63 anos
Aposentada

