Aproveitando o gancho do post de Igor Müller, vou opinar sobre o ato de corrigir uma falha ao vivo. Assim como o colega, tenho muitas dúvidas sobre como se 'portar' diante das câmeras. É complicado contornar o que não estava previsto no roteiro, mas, acho que, a melhor alternativa a ser adotada é a correção. Acredito que é desconfortável para o telespectador perceber que algo está errado, e o apresentador não esclarecer o que está acontecendo. É uma maneira de se redimir e pedir desculpa pelo transtorno.
O Jornal do Almoço/Santa Cruz do Sul da última quarta-feira, 16, mostrou que é possível 'arrumar' ao vivo. Ao ligar o televisor percebe que havia algo estranho. Não consegui ouvir a convidada especial. Ela dava dicas de como fazer cestas de páscoa em casa. Resolvi aumentar o volume, mas... Fazendo isso, percebi que a fala da apresentadora Francine Rabuske estava muito alta. Uma grande variação no som.Ops! O que estava acontecendo?! Ouvi vozes de fundo que diziam que o microfone da entrevistada estava desligado. Com muita naturalidade, Francine, ao vivo, comentou com a moça e a auxiliou a ligar o microfone. Após pediu desculpas.
Outro exemplo é do Jornalista da "Globo News" que não checou as fonte da notícia e acabou pagando mico.Veja o vídeo
No jornalismo, trabalhamos para tudo dar certo. Mas, sabemos que nem sempre alcançamos a perfeição. Tanto no impresso, quanto no rádio, na web e, principalmente, na 'telinha' estamos sujeitos as gafes. Se não acontecerem melhor, porém, devemos saber lidar com elas.
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quinta-feira, 17 de março de 2011
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