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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Repórter da Globo ensina telejornalismo no Twitter

Correspondente internacional da Rede Globo em Nova Iorque, o repórter Flávio Fachel costuma dar dicas de Telejornalismo em seu Twitter pessoal (@flaviofachel).
Confira aqui algumas das dicas citadas pelo jornalista. Algumas parecem óbvias, mas que podem ser esquecidas durante a correria na redação de TV e são de fundamental importância para a emissora funcionar. É possível acompanhar pela hashtag #telejornalismo

* Seja crítico o tempo todo. Não é só porque uma autoridade disse algo que isso deva ser bom ou correto.

* Os sons mais comuns que atrapalham uma gravação são os de latidos, de serras, de caminhões, de marteladas e de buzinas.

* A grande maioria da população brasileira usa apenas a TV para se informar.

* No vivo, cuidado com o retorno de áudio. Se ele estiver ligado enquanto você fala e houver “delay” você vai gaguejar.

* Quase sempre dá pra diminuir o tamanho de uma reportagem.

* O telespectador prefere imagens mais nítidas e definidas na hora de escolher a programação.

* Evite a aceleração de imagens nas edições. O uso do “fast” tende a tirar a credibilidade da informação.

* A melhor pergunta é a que provoca a resposta que o telespectador quer saber.

* Ouça as sugestões da equipe e dos telespectadores. Use os olhos dos outros como se fossem seus.

* Mesmo no caso de pesquisas feitas por entidades renomadas, confira os cálculos. Já encontrei erro em pesquisa do IBGE.

* Sempre há um jeito novo de contar as mesmas histórias.

* Em uma entrada ao vivo, combine com seu entrevistado um sinal para encerrar caso ele ultrapasse o tempo disponível.

* Não pergunte ao entrevistado se "está feliz" logo após ele receber uma premiação (e isso vale para todas as mídias)

* Evite gravar passagens ao meio-dia. A luz vertical do sol vai deixar o rosto do repórter cheio de sombras.

* As siglas devem ser "abertas" para o telespectador. Ele não tem a obrigação de saber o que significa, p ex, a UNCA da ONU.

* No texto para TV, frases longas confundem o telespectador.

* Faça de cada reportagem uma chance para aprender mais sobre as coisas.

Vale ressaltar que Flávio Fachel vai lançar um livro com dicas de Telejornalismo.

domingo, 12 de junho de 2011

Gafes em Telejornais!

Olá pessoal...vou postar mais uma vez um vídeo engraçado com Jornalistas que atuam na televisão. O primeiro foi sobre aquele repórter que teve um ataque de risos. Já esta postagem mostra vários micos e erros ao vivo. Tem nomes trocados, placas que caem e ataques de amnésia. É claro que errar é humano, acontece com todos nós, mas ao vivo, ás vezes fica complicado corrigir e se torna constrangedor.


domingo, 17 de abril de 2011

Escrever para a TV



Lendo o texto da Vera Iris Paternos e pensando nas diferenças entre escrever para o impresso e para a TV, lembrei de uma parte do livro 'Jornal Nacional - Modo de fazer'. No trecho, William Bonner conta cinco dicas que a produção do telejornal segue para alcançar uma linguagem adequada.

São elas:

1. Flexionar os verbos em seu tempo real. Passado é passado, presente é presente, futuro é futuro. É assim que as pessoas comuns falam. Somos pessoas comuns.

2. Utilizar termos de compreensão mais imediata para a maioria das pessoas. Por que mensionar uma "coalizão partidária" num texto se pudermos dizer que houve uma "aliaça de partidos"?

3. Botar adjetivos, quando necessário, depois dos substantivos. Porque uma dona de casa não diz: "Fulano recebem bom salário". Ela diz que fulano recebe um salário bom. Ou que o salário do fulano é bom. Nós, no JN, estamos contando coisas. Não estamos declamando poemas, nem discursando em púlpitos, nem interpretando textos dramáticos.

4. Desdobrar frases muito longas em outras mais curtas. Porque uma frase longa demais é instintivamente reduzida por quem fala de forma natural, até mesmo para preservar a própria respiração.

5. Evitar a intercalação de orações - e procurar construí-las na ordem direta.


Em síntese, contruir um texto de forma clara, precisa, direta, objetiva e coloquial garante que a informação seja recebida e entendida, de fato. E é isso que permite conquistar um telespectador anônimo - de diferentes idades, condições econônicas e modo de vida - e a audiência. De novo, vale a dica do Drummond: "Escrever é cortar palavras".

domingo, 27 de março de 2011

Vida de Chatô será exibida em documentário

Nosso primeiro conteúdo na disciplina de Telejornalismo é a história da TV no Brasil. Aprendemos que a grande "figura" da década de 50 foi Assis Chateaubriand, conhecido como Chatô. Falando nele, a TV Bandeirantes anunciou na segunda, 21 de Março, que exibirá documentário sobre a vida e obra do jornalista. A emissora fechou parceria com o Grupo Diários Associados para a produção do documentário.
Apesar de ter causado polêmica na época, Chatô foi responsável pela chegada da televisão no Brasil e criador da primeira emissora de TV no país, a TV Tupi. É tido como marco do telejornalismo brasileiro e foi fundador do Museu de Arte de São Paulo (MASP).
Foi ótima a ideia de produzir documentário sobre Chatô. É uma maneira de mostrar ao Brasil qual a história do telejornalismo. Nós, estudantes da área, estamos só aguardando a exibição!

terça-feira, 22 de março de 2011

...teleVISÃO em o Pronto-socorro da Voz

No portal Comunique-se, o jornalista e professor da UERJ, Antonio Brasil fala, em sua coluna teleVISÃO, sobre o desenvolvimento da voz e da postura do apresentador no decorrer dos anos. Relata que no Brasil, a apresentação de telejornal passou por várias mudanças.

Para comprovar que para ser um bom jornalista, deve-se dar ênfase a palavra certa dentro de uma frase. A fonoaudióloga de jornalistas , Vânia Beuttenmüller falou, em uma entrevista ao portal, sobre o que deve-se fazer. Segundo ela, no rádio é só audição e o falar é enfático, sobressaindo advérbios e adjetivos. Na televisão é intimidade, nada pode ultrapassar a imagem e sim ser de acordo com ela. “Simpatia, firmeza e convicção ao passar a notícia com imparcialidade. Uma postura sem rigidez, pois falamos com o corpo inteiro, mesmo que só esteja sendo focalizado em close”.

A fonoaudióloga relatou a importância dos alunos de comunicação procurarem um profissional. “Se vamos ser um profissional de voz, antes de mais nada devemos saber como está o nosso aparelho fonador e quais os defeitos de articulação e vícios de pronúncia que podem ser resolvidos através de exercícios específicos”.

Entre os problemas da voz e fala estão a rouquidão, nasalação, omissões de fonemas, acréscimos, velocidade e ritmo. É importante, segundo ela, que o apresentador esteja familiarizado com o texto que irá ler ,e que teve estar memorizado, nunca decorado. “ E o que comando o ritmo externo é o teor e o conteúdo da notícia. Esporte é mais descontraído e dinâmico, política pede um tom mais sério, por exemplo.”

Outro problema a ser corrigido, é a tônica errada nas palavras. Confira mais detalhes na página do Portal Comunique-se.

Assim como os locutores, os apresentadores devem cuidar muito bem da sua principal ferramenta de trabalho, a voz.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Nosso primeiro telejornal

Aqui está nosso telejornal pronto.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Nosso primeiro Tele

A ansiedade de gravar nosso primeiro telejornal com certeza nos marcou. E para recordamos esses momentos, nada melhor, que as fotos do making off com alguns momentos de sentimentos diversos para a galera que se empenhou em produzir os “nossos teles” nesses últimos dias.