Na noite de ontem, após a mamata de prova aplicada pela professora Piccinin - a qual tenho total confiança que fui REPROVADO - me dirigi rumo aos labs de TV para a gravação do nosso tele.
E eita tele que foi rápido. Contando com o talento nato do Igor Muller, em não mais que 15 minutos o programa de 5 minutos e alguns quebrados estava fechadinho.
A mim, durante esta produção, coube o desafio de manusear o TP. Missão cumprida!
Só faltou o registro...
Mostrando postagens com marcador telejornal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador telejornal. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 29 de junho de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
Escrever para a TV
Lendo o texto da Vera Iris Paternos e pensando nas diferenças entre escrever para o impresso e para a TV, lembrei de uma parte do livro 'Jornal Nacional - Modo de fazer'. No trecho, William Bonner conta cinco dicas que a produção do telejornal segue para alcançar uma linguagem adequada.
São elas:
1. Flexionar os verbos em seu tempo real. Passado é passado, presente é presente, futuro é futuro. É assim que as pessoas comuns falam. Somos pessoas comuns.
2. Utilizar termos de compreensão mais imediata para a maioria das pessoas. Por que mensionar uma "coalizão partidária" num texto se pudermos dizer que houve uma "aliaça de partidos"?
3. Botar adjetivos, quando necessário, depois dos substantivos. Porque uma dona de casa não diz: "Fulano recebem bom salário". Ela diz que fulano recebe um salário bom. Ou que o salário do fulano é bom. Nós, no JN, estamos contando coisas. Não estamos declamando poemas, nem discursando em púlpitos, nem interpretando textos dramáticos.
4. Desdobrar frases muito longas em outras mais curtas. Porque uma frase longa demais é instintivamente reduzida por quem fala de forma natural, até mesmo para preservar a própria respiração.
5. Evitar a intercalação de orações - e procurar construí-las na ordem direta.
Em síntese, contruir um texto de forma clara, precisa, direta, objetiva e coloquial garante que a informação seja recebida e entendida, de fato. E é isso que permite conquistar um telespectador anônimo - de diferentes idades, condições econônicas e modo de vida - e a audiência. De novo, vale a dica do Drummond: "Escrever é cortar palavras".
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Bastidores do 1º telejornal
Muitos filhos nasceram esta noite. Fato.
O clímax da disciplina de Telejornalismo aconteceu: gravamos nosso primeiro telejornal. Colocamos na prática tudo aquilo que foi aprendido durante o semestre.
A turma foi divida em grupos de 4 pessoas. Cada um, dentro da equipe, desempenhou uma função diferente (apresentador, repórter, produtor e editor).
Porém, deixem para soltar os balões e serpentinas no final do semestre da disciplina de Produção em Telejornalismo II.
Preparem-se, colegas: este foi só o primeiro. Muitos e muitos virão! Muahhahahaha!
Enquanto outras crianças não dão o ar da desgraça, observem as fotos dos bastidores.
Como rende um telejornal de cinco minutos!
Antes de iniciar o tele.
Cassi e Clarissa.
Foto: Marília Gehrke.
Momentos antes da gravação.
Why so serious?!
Why so serious?!
Caaaaaaaalma, Valmor!
Enquanto uns trabalham, outros passeiam tranquilamente.
Foto: Marília Gehrke.
Momento de descontração para acalmar os ânimos.
Ju e Cassi.
Foto: Marília Gehrke.
Depois de gravar o tele, só sorrisos.
Jú, Cassi, Marília, Fabi e Vanessa.
Foto: Renan Silva
Tenho somente as fotos do meu grupo.
Cassiane Rodrigues (apresentadora); Juliana Eichwald (repórter); Marília Gehrke (editora); Vanessa Oliveira (produtora).
Assinar:
Postagens (Atom)





