terça-feira, 29 de março de 2011

Primeira-dama da televisão brasileira



Apresentadora de televisão, atriz e cantora brasileira. Hebe Maria Camargo, ou simplesmente, Hebe Camargo,marcou história nas telinhas. Desde os primórdios da televisão, a imagem da 'estrela' se destacava. Marcado para participar da primeira transmissão cantando a "Canção da TV", Hebe ficou repentinamente rouca e teve que ser substituída.

Então, a estréia na TV ocorreu, em 1955, no primeiro programa feminino da TV brasileira, O Mundo é das Mulheres. Em 10 de abril de 1966,'nasce' o programa dominical de Hebe Camargo, pela TV Record (Canal 7 de São Paulo, atual Rede Record)

Hebe passou pelas emissoras Record e a Bandeirantes, nas décadas de 1970 e 1980.

Desde 1986 Hebe estava no SBT.

Agora seus fãs passam acompanhá-la em outra emissora. Em 15 de março de 2011, ela estreou na Rede TV. O programa será exibido todas as terças-feiras, às 22h

Os Sete Pecados e o Telejornalismo

Fala, galera! 
Já pensaram em analisar o telejornalismo à luz dos “Sete Pecados Capitais”? Não? Pois os alunos do 8º semestre de Jornalismo da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep) sim. A produção, dividida em três vídeos disponíveis no Youtube, nos faz rever conceitos e colocar em pauta o tipo de jornalismo que queremos ver e, acima disso, que queremos fazer.
Não sejam preguiçosos, assistam aos três! Vale à pena.

Um resumo:
Ira: programas jornalísticos em que a violência se destaca como principal assunto.
Luxúria: como forma de cultuar um padrão de beleza e inveja causada no telespectador quando assiste a vida e a intimidade das celebridades: jornalismo de entretenimento.
Gula: não está relacionada apenas à vontade de comer. Encontra-se em todo e qualquer exagero. Ela existe no jornalismo quando o excesso não está na qualidade, mas na quantidade.
Preguiça: jornalistas bebem informação nas assessorias de imprensa, não vão atrás, não checam dados.
Orgulho: jornalismo que só visa audiência e a quantidade de telespectadores.
Avareza: programas que buscam o furo de reportagem e não passam a informação para ninguém.

 Fala sério, eles foram muito criativos!
Assistam:







Cristiane Lautert Soares.

domingo, 27 de março de 2011

Vida de Chatô será exibida em documentário

Nosso primeiro conteúdo na disciplina de Telejornalismo é a história da TV no Brasil. Aprendemos que a grande "figura" da década de 50 foi Assis Chateaubriand, conhecido como Chatô. Falando nele, a TV Bandeirantes anunciou na segunda, 21 de Março, que exibirá documentário sobre a vida e obra do jornalista. A emissora fechou parceria com o Grupo Diários Associados para a produção do documentário.
Apesar de ter causado polêmica na época, Chatô foi responsável pela chegada da televisão no Brasil e criador da primeira emissora de TV no país, a TV Tupi. É tido como marco do telejornalismo brasileiro e foi fundador do Museu de Arte de São Paulo (MASP).
Foi ótima a ideia de produzir documentário sobre Chatô. É uma maneira de mostrar ao Brasil qual a história do telejornalismo. Nós, estudantes da área, estamos só aguardando a exibição!

sábado, 26 de março de 2011

Consultas Públicas da Anvisa


O assunto foge da pauta proposta pelo blog, mas é importante sabermos o resultado destas consultas. Elas podem mudar totalmente a "realidade" da região.

A Anvisa, agência governamental responsável pela regulamentação de vários setores, entre eles o setor de tabaco, publicou duas consultas públicas no final de 2010. O objetivo é ouvir a sociedade sobre novas propostas de regulamentação direcionadas aos produtos derivados do tabaco. São elas:

Consulta nº 112 que pretende proibir a adição de qualquer tipo de aditivo na produção do cigarro;

Consulta nº 117 que propõe, entre outras, severas restrições a comunicação, propaganda e introduz uma nova advertência sanitária nas embalagens e proibe a exposição de cigarros nos pontos de venda.

Após 31 de março a Anvisa poderá decidir pela publicação de uma resolução contemplando todos os itens das propostas ou parte deles, ou ainda por prorrogar a discussão dos temas. Além disso, existem questionamentos quanto a autoridade da Anvisa em regulamentar questões que deveriam ser implementada por lei aprovada pelo congresso nacional.

Se adotadas, essas medidas poderão causar impactos extremamente negativos para os milhares de pequenos produtores de tabaco aqui da região e do Sul do Brasil e para o restante da cadeia produtiva. Os prejuízos vão desde a queda na renda que hoje contribui para a sustentabilidade das famílias no campo até o aumento do comércio ilegal de cigarros.

Como já noticiado pela imprensa, lideranças do setor produtivo, entidades ligadas ao varejo e à propaganda, além de representantes dos Poderes Executivo e Legislativo, vêm ampliando a discussão dos temas junto à sociedade em geral.

Desde janeiro, três audiências públicas foram realizadas nos estados do Sul e uma em Brasília. Além disso, uma série de anúncios foram publicados em jornais de grande circulação no país.

Agora você que mora na região dos vales, uma região que praticamente dependente da indústria do tabaco, é a favor destas consultas?



sexta-feira, 25 de março de 2011

O tombo de um dos mestres da TV


Olá profª Fabi, olá colegas!

Só agora criei vergonha na cara para postar algo. Achei muito interessante o que os colegas falaram sobre erros que são cometidos quando há alguma cobertura, transmissão, reportagem ou algo do tipo ao vivo.

Por exemplo, o erro da bandeira no Jornal Nacional, o apresentador William Bonner, com seus "trocentos" anos de estrada, conseguiu conscertar. Mas tem falhas que são inevitáveis. No "talk show" Programa do Jô, que é exibido pela Rede Globo de segunda a sexta-feira, sem horário definido, após o Jornal da Globo, aconteceu algo tão inusitado no programa que foi ao ar na última quarta-feira (23/03) que é difícil de acreditar.

O "gordinho" caiu de sua cadeira durante uma entrevista. O estranho é que o programa é gravado e não ao vivo. E esse mico (ou melhor, gorila) foi ao ar mesmo assim. O entrevistado durante a queda de Jô Soares era o publicitário publicitário António Pedro Tabet. O apresentador percebeu que um dos pés de sua cadeira estava com alguns problemas e solicitou a entrada de um funcionário no estúdio para realizar o reparo.

Mas Jô ainda brincou com a cadeira no momento do reparo. Ele rodou ela ligeiramente e acabou sofrendo a queda. Apesar do susto, o apresentador ainda brincou com a situação e deu sequência ao programa como se nada tivesse acontecido. O tombo foi ao ar e ainda Jô Soares teve jogo de cintura para driblar a situação. Ele levantou e continuou a entrevista.

Sorte que ele emagreceu 45 quilos após ter retornado de suas férias e reiniciar as atividades, pois se ele ainda estivesse com o peso anterior, acho que não seria tão engraçada a queda, mas sim, grave.

Esse erro, mesmo contornado pelo entrevistador, deixa qualquer um constrangido. Será que o Bonner driblaria tão bem esta situação?

Confira o tombo através do link

http://www.youtube.com/watch?v=rpWOjJmkfUQ&feature=topvideos






terça-feira, 22 de março de 2011

...teleVISÃO em o Pronto-socorro da Voz

No portal Comunique-se, o jornalista e professor da UERJ, Antonio Brasil fala, em sua coluna teleVISÃO, sobre o desenvolvimento da voz e da postura do apresentador no decorrer dos anos. Relata que no Brasil, a apresentação de telejornal passou por várias mudanças.

Para comprovar que para ser um bom jornalista, deve-se dar ênfase a palavra certa dentro de uma frase. A fonoaudióloga de jornalistas , Vânia Beuttenmüller falou, em uma entrevista ao portal, sobre o que deve-se fazer. Segundo ela, no rádio é só audição e o falar é enfático, sobressaindo advérbios e adjetivos. Na televisão é intimidade, nada pode ultrapassar a imagem e sim ser de acordo com ela. “Simpatia, firmeza e convicção ao passar a notícia com imparcialidade. Uma postura sem rigidez, pois falamos com o corpo inteiro, mesmo que só esteja sendo focalizado em close”.

A fonoaudióloga relatou a importância dos alunos de comunicação procurarem um profissional. “Se vamos ser um profissional de voz, antes de mais nada devemos saber como está o nosso aparelho fonador e quais os defeitos de articulação e vícios de pronúncia que podem ser resolvidos através de exercícios específicos”.

Entre os problemas da voz e fala estão a rouquidão, nasalação, omissões de fonemas, acréscimos, velocidade e ritmo. É importante, segundo ela, que o apresentador esteja familiarizado com o texto que irá ler ,e que teve estar memorizado, nunca decorado. “ E o que comando o ritmo externo é o teor e o conteúdo da notícia. Esporte é mais descontraído e dinâmico, política pede um tom mais sério, por exemplo.”

Outro problema a ser corrigido, é a tônica errada nas palavras. Confira mais detalhes na página do Portal Comunique-se.

Assim como os locutores, os apresentadores devem cuidar muito bem da sua principal ferramenta de trabalho, a voz.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Cuidado repórteres! Controlem-se....

O vídeo postado é sobre um repórter que ri do entrevistado, por causa de sua voz fina, durante um programa de entrevistas, chamado de 'Boemerang" da Bélgica. O vídeo mostra o ataque de risos...Confira!!O homem estrevistado foi vítima de uma negligência médica. Ai vai recado, futuros Jornalistas....Se controlem, por mais engraçada que seje a pauta ou a entrevista, pois poderá comprometer a sua carreira....