sexta-feira, 18 de março de 2011

Repórteres corajosos



Sempre achei o máximo ser jornalista, fazer reportagens, viajar pelo mundo, saber de tudo o que está acontecendo.
Mas se eu fosse uma jornalista de TV, acho que não teria coragem de fazer reportagens que eu corresse perigo.
Pensa bem, o Japão está desabando praticamente e tem repórter que sai daqui do Brasil, e vai pra lá correr risco de vida. Ou até mesmo, os repórteres de lá. Todos vão pra cima dos prédios, morros, pra poder ter uma boa reportagem. E o mais chocante, é que se não são os jornalistas e os câmeras, talvez iriamos só saber por cima, o que estaria acontecendo por lá.
Outro caso foi o tiroteio do complexo do Alemão na Zona Norte do Rio. Todo mundo correndo, querendo sair das favelas, pois os traficantes e bandidos estavam colocando fogo em tudo, dando tiro pra todos os lados. E os firmes e fortes jornalistas estavam lá. Fazendo o seu trabalho. Correndo de um lado para o outro, se escondendo dos tiroteios.

Gente esses jornalistas merecem parabéns pelos trabalhos que fizeram. As imagens são impressionantes. Eu mais do que ninguém admiro muito essas pessoas corajosas.

Unidade móvel para transmissão ao vivo?


Na última aula de Telejornalismo falamos um pouco sobre as novas tecnologias que facilitam as transmissões ao vivo, principalmente no exterior. Na cobertura do terremoto/tsunami no Japão tem correspondente de emissora de TV fazendo boletim por meio de iPhone, por exemplo.

É uma das facilidades do Mojo (ou mobile journalism). Além da agilidade e portabilidade, sistemas como esse reduzem os custos das empresas. Afinal se usa nada mais do que a internet para fazer o vivo. É claro, no entanto, que há desvantagens, como a diferença no tempo entre quem está no estúdio e na rua; a qualidade da imagem não é a mesma de quando se usa o equipamento convencional; e a confiabilidade da transmissão é menor.

Mas, no fim das contas, a informação chega à casa do telespectador e é isso que importa. Esse tipo de falha, dependendo da situação, vira até charme. Com isso, há quem diga que aquelas vans com uma "parabólica" no teto, um monte de fio e até gerador próprio que vemos por aí nas transmissões ao vivo vão perder espaço para as "mochilinks".

No Rio Grande do Sul havia, pelo menos até o começo do ano, duas dessas mochilas em operação, ambas com a RBS TV/POA. Nos dois turnos da eleição do ano passado eles botaram na rua o chamado "Repórter 3G", com entradas ao vivo da rua o dia todo. No verão fizeram um roteiro por todo o litoral gaúcho e as entradas ao vivo no JA também eram por meio desse sistema.

O funcionamento é relativamente simples: o equipamento (um computador, na verdade) faz transmissão de áudio e vídeo ou de dados com alta qualidade utilizando a rede de celular. São seis chips, dois de cada operadora. A cada operação são usados ao menos dois. O sistema identifica a operadora com melhor sinal naquele momento e seleciona. O aparelho pesa seis quilos e fica em uma mochila especial, daí o "mochilink". O aluguel custa bem mais que US$ 1 mil por mês.

CLIQUE AQUI E VEJA VÍDEO QUE MOSTRA O FUNCIONAMENTO DAS MOCHILINKS

quinta-feira, 17 de março de 2011

Exemplo de como se corrige um erro ao vivo!

Aproveitando o gancho do post de Igor Müller, vou opinar sobre o ato de corrigir uma falha ao vivo. Assim como o colega, tenho muitas dúvidas sobre como se 'portar' diante das câmeras. É complicado contornar o que não estava previsto no roteiro, mas, acho que, a melhor alternativa a ser adotada é a correção. Acredito que é desconfortável para o telespectador perceber que algo está errado, e o apresentador não esclarecer o que está acontecendo. É uma maneira de se redimir e pedir desculpa pelo transtorno.

O Jornal do Almoço/Santa Cruz do Sul da última quarta-feira, 16, mostrou que é possível 'arrumar' ao vivo. Ao ligar o televisor percebe que havia algo estranho. Não consegui ouvir a convidada especial. Ela dava dicas de como fazer cestas de páscoa em casa. Resolvi aumentar o volume, mas... Fazendo isso, percebi que a fala da apresentadora Francine Rabuske estava muito alta. Uma grande variação no som.Ops! O que estava acontecendo?! Ouvi vozes de fundo que diziam que o microfone da entrevistada estava desligado. Com muita naturalidade, Francine, ao vivo, comentou com a moça e a auxiliou a ligar o microfone. Após pediu desculpas.

Outro exemplo é do Jornalista da "Globo News" que não checou as fonte da notícia e acabou pagando mico.Veja o vídeo

No jornalismo, trabalhamos para tudo dar certo. Mas, sabemos que nem sempre alcançamos a perfeição. Tanto no impresso, quanto no rádio, na web e, principalmente, na 'telinha' estamos sujeitos as gafes. Se não acontecerem melhor, porém, devemos saber lidar com elas.

sexta-feira, 11 de março de 2011

CARNAVAL DE RIO PARDO

A cidade histórica abala suas estruturas durante as quatro noites de carnaval.
Tudo começa quando a rua principal da cidade,Andrade Neves,passa a se chamar Avenida do Samba MARIA DA GLÓRIA DOS SANTOS(GOGÓIA),referência esta a grande carnavalesca falecida em 2009.
No sábado e segunda quem se apresenta são as escolas de samba das classes A e B,já no domingo  e terça-feira é a vez dos Blocos.
O que agita mesmo os foliões,é durante o intervalo,entre uma entidade e outra.Desce
a avenida grupos com instrumentos musicais,também a Banda Bébi,já tradicional na cidade e o Trio Elétrico,que vai levando a multidão atrás dele ,agitando todos que assitem aos desfiles.
Isso sem falar do” boom “deste ano que foi a guerra das espumas.Jovens usam a tática de atirar o produto  em quem quer paquerar,dando  entender à quem recebe que a pessoa está afim de romance.
Mas o que mais chama atenção são os aproximadamente 25 grupos formados por jovens que elaboram camisetas personalizadas e formam os Blocos Populares.Destacam-se “OS GUELA SECA”,”EXTRAVASA”,”EXAGERADUS”,”BALOFOS” entre outros.Eles desfilam no mesmo dia dos blocos carnavalescos.
(Av.samba)
(trio elétrico)
O diferencial do carnaval de Rio Pardo é este:Mistura de samba com axé,a liberdade dos foliões,pois nestes 4 dias de festa,aproximadamente   50        mil pessoas transitam pela avenida do samba,tornando a festa popular a melhor da região.
Vania soares-Academica de Jornalismo

quinta-feira, 3 de março de 2011

Como se corrige um erro no vivo?


Estou apenas começando a primeira cadeira de telejornalismo e posso até estar enganado, mas sempre imaginei que uma das preocupações de estudantes da área e profissionais com pouca experiência seja a hora de fazer uma entrada ao vivo. Talvez nem tanto pelo momento em si, mas pela possibilidade de algo sair errado.

Nesse caso, como reagir? O que falar? O que fazer? Olhar para a câmera? Para o papel sobre a bancada? Para alguém que esteja coordenando a eventual externa? Sei lá. Eis uma das coisas que confesso estar curioso pra descobrir.

Enquanto isso, deixo aqui um exemplo que não deve ser novidade pra muita gente, mas mesmo assim me parece válido. No fim de fevereiro os ilustradores - ou seja lá o nome que se dá a essa turma - do Jornal Nacional colocaram naquele telão lá do fundo da redação, que por sua vez faz parte do cenário, a bandeira do Líbano ao invés da bandeira da Líbia.

O editor-chefe William Bonner reagiu com bom humor, contornando inteligentemente o problema. Na volta de um comercial ele olhou para a esposa e companheira de bancada e tascou: "Fátima, que bandeira é aquela ali atrás?" "Do Líbano", responde ela após virar-se para trás. Ele explicou a falha e pronto, seguiu o barco. Simples, né?! Sim, pra ele...

CLIQUE AQUI E VEJA O VÍDEO

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

“Ta no ENART? Ta no mundo!”


Colegas gostaria de compartilhar com vocês...

Em 2009, a transmissão do Enart via internet foi um sucesso! Atingiu 31 países dos cinco continentes, aproximadamente 300.000 acessos em três dias.

Neste ano, em que o evento completa 25 anos, a transmissão contará com o apoio da OI, patrocinadora oficial do MTG. Outra novidade é que este ano a transmissão abrangerá outros palcos, não somente os das Danças Tradicionais.

Estarei na transmissão das Chulas e Intérpretes Solistas Vocais Masculinos e Femininos, diretamente do Pavilhão Central do Parque da Oktoberfest.

A 25º edição do ENART poderá ser assistida através do link http://www.enart.org/tv-enart e ainda pelo site da OI, no OI Acontece RS.

Além da transmissão a OI disponibilizará internet liberada no parque durante todo o evento. Os locais estratégicos serão: o Poliesportivo, nos palcos com transmissão, além da feira de artesanato e a praça de alimentação.


Divulgue e acesse a transmissão do Enart 2010!
http://www.enart.org/tv-enart

Contamos com sua colaboração para essa transmissão ser um sucesso!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Aula Inaugural 2º Semestre 2010

Estamos iniciando mais um semestre no Curso de Comunicação Social, não mais na disciplina de Telejornalismo I, mas gostaria de usar este espaço para lembrar que para marcar esse o início de mais um semestre, nossa coordenação está promovendo uma excelente e imperdível AULA INAUGURAL, com nada mais nada menos que ele MAURICIO KUBRUSLY!!

Não podemos perder essa oportunidade ímpar colegas!! Já estou com saudades das nossas aulas!! Bjaaam